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Vizinha de Ludmilla ainda não pretende colocar a cantora na Justiça

Nesta terça-feira (13), a funkeira foi motivo de reclamações dos vizinhos, com a divulgação de um vídeo em que é possível notar o som alto vindo da casa da cantora. De acordo com informações obtidas pelo site “Purepeople”, a moradora que fez o vídeo, Paula Mariano, e os outros vizinhos da artista ainda não pretendem ir à Justiça pelo som alto.

“Sinceramente, não estou pensando nisso ainda. Estou aguardando que esse movimento público a faça mudar de conduta”, afirmou deixando em aberto a possibilidade de mudar de ideia. “Acredito que não teremos outra saída. É o que estamos evitando. Esperamos porque sabemos que quando uma pessoa se muda para uma casa nova, sempre passa um período celebrando e aproveitando a residência. Estávamos esperando que não fosse mais novidade, mas o tempo está passando e o volume das músicas e quantidade de palavrões está piorando. Como todos trabalham é sempre um transtorno mover uma ação. Por isso estamos aguardando o bom senso”.

“Não estou falando aqui de música alta apenas, o que seria compreensível já que trata-se de uma festa ou comemoração e todos têm o direito de celebrar. Estou falando aqui de uma altura absurda, que passa dos limites, gerando desconforto, conforme pode ser visto em vídeo. Apesar de o tipo de música ser um fator agravante devido a tantos palavrões, mesmo se fosse música clássica no volume em que se apresenta durante as festas, seria incômodo igual. Ninguém tem o direito de obrigar seu vizinho a escutar sua música, seja ela qual for. É uma questão de bom senso”, acrescentou.

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“Não é todo final de semana, mas é algo frequente. Hoje em dia o horário das 22h é respeitado, porém existe uma lei a respeito do nível dos decibéis e essa nunca é respeitada. O som é altíssimo, tanto que escutamos dentro de nossas casas em volume que impede um estudo, descanso, ver um filme, enfim… Meu filho tem 7 anos, mas há bebês muito novinhos cujas mães passam momentos complicados quando há festas. Fora isso, muitas músicas são os chamados ‘proibidões’ e a quantidade de palavrões e a forte conotação sexual das músicas é algo muito complicado de se escutar”, finalizou.

A vizinha da cantora detalhou o caso (Foto: Reprodução/Instagram)

A vizinha da cantora detalhou o caso (Foto: Reprodução/Instagram)

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