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“TV Mulher” 28/06/2016 Juliano Cazarré e Helena Ranaldi

Nesta terça-feira (28), o tema do programa “TV Mulher” no Canal Viva é Violência. Marília Gabriela abre a atração descrevendo um drama enfrentado por muitas mulheres brasileiras: “O programa de hoje vai mostrar o lado mais sombrio da vida em família. O gesto que não faz parte de álbuns de fotografia, mas que paira na vida de milhares de mulheres. A violência doméstica é uma vergonha para toda a sociedade.”. Além dos colunistas Fernanda Young, Flávia Oliveira, Gabi Manssur, Ivan Martins e Regina Navarro Lins, a edição conta com a participação dos atores Juliano Cazarré e Helena Ranaldi.

No quadro “Elas na TV”, Theodoro Cochrane conversa com Helena Ranaldi sobre uma das personagens mais marcantes de sua carreira: Raquel, de “Mulheres Apaixonadas” (2003). Na trama de Manoel Carlos, ela interpreta uma professora de Educação Física, que é violentada fisicamente pelo marido Marcos (Dan Stulbach). “Graças a Deus, nunca passei por isso na vida real. Esse universo da Raquel é muito distante do meu. Eu sofria muito com essas cenas de violência e acho que, por isso, teve uma repercussão muito boa”.

No bate-papo com Juliano Cazarré, Gabi questiona se ele já sofreu algum tipo de violência. O ator explica: “Acho que não posso dizer que fui vítima de violência, ainda mais em um país tão violento quanto o Brasil. Não sofri violência sexual. Não fui espancado na rua por causa da minha opção sexual. Acho que todo mundo no país já pode ter sentido algum tipo de preconceito. Também não me sinto à vontade para dizer que fui vítima de preconceito porque sou homem, branco, em um país que é machista e racista. Então, as mulheres, os homossexuais, os negros e os índios sofreram muito mais do que eu.”. Em outro momento, Gabi pergunta se o convidado acha que sua aparência de “macho absoluto”, como a própria descreve, é sempre conectada à violência nos personagens que interpreta. “Hoje em dia, tenho essa preocupação de evitar certos papeis. Então, tento tomar cuidado porque também não quero só fazer esse tipo de personagem, além de fugir do physique du role. Não me vejo como um ator limitado a fazer um tipo de coisa só. Tenho um olho atento a isso para não ficar caindo sempre nessa gaveta de fazer o homem violento e bruto. Por dentro, não sou esse homem.”. Tudo isso e muito mais no programa de amanhã!

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Divulgação: Viva

Marília Gabriela apresenta o programa (Foto: Divulgação)

Marília Gabriela apresenta o programa (Foto: Divulgação)

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