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“O preconceito racial é a coisa mais estúpida, absurda e cruel que existe”, desabafa Marieta Severo

A atriz Marieta Severo, passou a vivenciar diversas situações envolvendo preconceito contra sua família, desde que sua filha engravidou de um homem negro. Apelidada carinhosamente como Lelê, a primogênita de Severo foi casada com o cantor Carlinhos Brown, até 2011, onde são pais de Chico Brown, 21, Clara, 19, Cecília, 11 e Leila, 8 anos.

Segundo a artista, parte da imprensa foi cruel quando soube da gravidez de Helena. “A nossa reação foi fazer o que fazemos agora, que é processar. Teve um jornalista de Goiás que foi enquadrado, até por não ser réu primário numa situação assim. O que podemos fazer é lutar contra isso. O preconceito racial é a coisa mais estúpida, absurda e cruel que existe”, afirmou.

Marieta diz que se indigna quando ouve as pessoas defendendo discursos preconceituosos, considerando-os uma forma de expressão. “Gente, como assim? Vamos meditar sobre isso?”, e derrete-se ao falar do neto mais velho: “O Chiquinho é o mais velho dos meus sete netos e está demonstrando essa vocação para a música. Espero que cada um deles descubra a própria vocação. É o que salva a gente. É uma bênção quando a gente descobre na vida o que gosta, e consegue fazer”, afirma.

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Outros artistas também passaram por situações envolvendo preconceito racial. Durante uma transmissão ao vivo em seu Instagram neste Carnaval, o ator JP Rufino, recebeu comentários agressivos de internautas (um deles chamando o adolescente de “macaco”). No final de 2017, autointitulada socialite Dayane Alcântara Couto de Andrade, mais conhecida como Day McCarthy, publicou um vídeo no qual chama Titi, filha dos atores Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank, de “macaca com cabelo de bico de palha”.

Marieta Severo (Foto: Internet)

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