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Racista em O Outro Lado do Paraíso, Eliane Giardini lamenta preconceito no Brasil

Depois de viver Anastácia em Êta Mundo Bom! (2016), Eliane Giardini encarna Nádia, uma ricaça que tem uma relação conturbada com o filho, Bruno (Caio Paduan), devido seu envolvimento com a empregada da casa, vulgo Nádia (Eliane Giardini), pessoa na qual ela descrimina por ser negra.

Em entrevista concedida ao site UOL, a atriz revelou que não consegue defender sua personagem, e que deseja que ela seja presa no desfecho do folhetim, que estreou no último dia 23 de outubro. “Ela é o egoísmo em pessoa. Barra pesada. Ela é uma pessoa absolutamente inconsciente. A Nádia eu quero que vá para a cadeia. Como é que uma pessoa pode ser assim, porque tem muita gente assim. Espero que de alguma forma as pessoas vendo isso percebam e se identifiquem e descartem essas posturas e atitudes fora do tempo”, avaliou.

A intérprete da socialite lamentou tamanho racismo e violência existente no nosso país atualmente. “O nosso país é muito racista e muito violento, ao contrário do que se fala que o brasileiro é um povo muito cordial. É violento sim. O número de assassinatos de trans e tal. . É claro que a gente foi criado dentro de um mundo preconceituoso, mas estamos nos educando para sair dele”, explicou.

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A global, em atividade desde que estreou na Band, em meados da década de 1980, foi questionada se é mais fácil encarnar uma vilã ou uma mocinha. “Não sei se é difícil ou mais fácil, vamos surfar numa onda alta, acredito muito na potência do Walcyr, é um grande comunicador. Esse é terceiro trabalho que faço com ele seguido. Espero que seja um sucesso”, pontua Giardini.

Eliane Giardini está em O Outro Lado do Paraíso (Foto: Divulgação/Gshow)

Eliane Giardini está em O Outro Lado do Paraíso (Foto: Divulgação/Gshow)

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