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Igreja Universal proíbe Record de falar dos 300 anos da aparição da Padroeira do Brasil

Em pleno século 21, numa sociedade como a nossa que sofre com os retrocessos, ainda existem veículos de comunicações importantes que praticam atos de censura. Mais inadmissível ainda é que isto se trate de uma manobra de intolerância religiosa, articulada pela alta cúpula da Igreja Universal. De acordo com informações do colunista Flávio Ricco, é lamentável o quanto a Record está desprezando os 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida, que é a Padroeira do Brasil.

Tudo isto porque os diretores foram orientados a não tocarem no assunto em jornalísticos. Provavelmente, a atitude seria uma estratégia para evitar possíveis desconfortos com o dono da emissora, o bispo Edir Macedo, que é evangélico e líder de uma denominação que, por muitas vezes, já protagonizou agressões severas ao culto que os católicos fazem aos santos.

Igreja Universal desmente a proibição

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A assessoria de comunicação da Igreja Universal do Reino de Deus se pronunciou acerca do assunto e tratou a informação como “mentira absurda”. “A Universal e a Record são instituições absolutamente distintas, uma sem subordinação ou ingerência sobre a outra. Além disso, o autor dessa fantasia tenta colocar-nos em confronto com os adeptos da Igreja Católica ao insinuar que se trata de um ataque às convicções daquela religião. Nós, da Universal, repudiamos com veemência todo ataque a fé ou crenças, até porque são nossos fiéis as maiores vítimas da intolerância religiosa em nosso País“, disse a nota.

A Universal interfere em tudo que é da Record (Foto: Reprodução)

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