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Grupo politico desenterra twits preconceituosos do ator Bruno Gagliasso

Após mobilizar um boicote dos internautas ao youtuber Júlio Cocielo por conta de seus tweets racistas do passado, Bruno Gagliasso foi alvo também de uma manifestação por conta de algumas mensagens preconceituosas encontradas em seu perfil pelo grupo político Movimento Brasil Livre, o MBL.

Bruno teve seus tweets vasculhados e foram encontrados posts do ano de 2009 em que debochava de homossexuais, mulheres feias e endossando piadas de cunho sexual. Ao longo da tarde desta quarta-feira (04), o MBL, que conta com mais de 2,7 milhões de seguidores apenas no Facebook, publicou três posts resgatando os tweets de Gagliasso.

O grupo esbravejou pedindo um posicionamento das marcas que têm o ator como garoto propaganda, como a multinacional de vestuário Olympikus, o banco Itaú, a também multinacional de veículos Renault e a operadora Nextel.

Procurada pela reportagem do site NaTelinha, a assessoria do ator Bruno Gagliasso informou que não iria se manifestar acerca das acusações do MBL. Até o fechamento desta matéria, às 20h20, os tweets do ator não haviam sido apagados.

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#Repost @belareis ・・・ Você tem noção do que são 11 milhões e 200 mil pessoas? Eu ajudo. É a população inteira da Bélgica. É um milhão a mais do que a população de Portugal. São 143 Maracanãs lotados. São todas as pessoas que AINDA estão apoiando diretamente um influencer assumidamente racista. Temos que cobrar posicionamento das marcas que o patrocinam, é claro. Mas são os outros famosos que ainda o seguem e, principalmente, as pessoas comuns, anônimas, que verdadeiramente me preocupam. Apoiar uma pessoa racista é ser CONIVENTE, sim. Preconceito não se combate sozinho. VAMOS PRECISAR DE TODO MUNDO. A mensagem precisa ser clara e direta. Num mundo digital em que seguidor significa dinheiro e carreira, a gente precisa entender a importância do BOICOTE. Principal instrumento de revolução de Martin Luther King Jr, nos anos 60, nos Estados Unidos da segregação racial, durante o Movimento dos Direitos Civis. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀ As marcas só chegam até essas pessoas porque elas têm audiência, visibilidade, constroem um público que interessa para as empresas atingir. A RESPONSABILIDADE é de todos. Precisamos, é claro, cobrar as marcas mas também precisamos chamar atenção dos outros famosos que seguem/dão like/fazem parceria com essas pessoas racistas, machistas, LGBTfóbicas e gordofóbicas. É obrigação de todos nós CONSTRANGER e vigiar nosso círculo social. Educação antirracista não é somente pra criança, racismo não tem idade. A hora de aprender e ensinar é AGORA. ⠀⠀⠀⠀⠀ Vão lá no perfil (que eu me recuso a marcar aqui), vejam quem dos seus amigos e influenciadores favoritos seguem a pessoa e puxem a orelha de todo mundo. Na internet, seguidor é visibilidade e dinheiro. Não basta só cobrarmos as marcas, até porque daqui a pouco aparecem outras empresas com memória curta. A forma de colocar no ostracismo e minar a popularidade é fazendo quem que essas pessoas percam seu público, a grande propulsora do trabalho delas. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Não é um caso isolado. Não foi o primeiro, não será o último. A gente precisa atuar com quem realmente movimenta essa máquina: a audiência. RACISMO É UM PROBLEMA DE TODOS NÓS.

Uma publicação compartilhada por Bruno Gagliasso (@brunogagliasso) em

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