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Ex-panicat revela pressão que sofria da equipe do Pânico e cachê que recebia

Uma das panicats que mais fez sucesso na história do Pânico, que sairá do ar em dezembro após cinco anos em exibição na Band, Tânia Oliveira revelou, em entrevista, que sofreu muito durante o período no qual esteve no humorístico, entre 2005 e 2008, no auge da atração, ainda na RedeTV!. Ela relembra que ganhava míseros R$ 100 pela sua participação como assistente de palco.

“Todo o tempo em que eu fiquei no Pânico tinha um cachê de R$ 100 por gravação externa e pela participação no programa ao vivo. Não existia salário, não sei como é atualmente, mas foram quatro anos recebendo isso. Não dava para pagar minha faculdade, era bem complicado”, conta ela, que ainda tinha de aturar propostas indecentes.

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A modelo, que se lançou na TV após ter vencido um concurso promovido pela Record para lançar uma atriz em Metamorphoses (2005), afirma que já chegou, em várias ocasiões, a pedir aos antigos colegas de trabalho que impedissem investidas dos rapazes. “Infelizmente, tem os caras babacas, que acham que porque você trabalhou de biquíni na TV vai topar qualquer proposta. Chegou muita coisa absurda”, lembra.

A ex-panicat, que recentemente se curou de um câncer na tireoide, também já se incomodou de críticas recebidas de pessoas da trupe do Pânico. “Pediram para ficar mais bombada. Isso é uma coisa que eu sou contra, sei o que um anabolizante pode trazer de problema“, diz ela, que considera que o programa como uma experiência: “Acredito que foi muito mais legal e vantajoso do que prejudicial, no sentido de enfrentar preconceito por ser panicat. Me deram a oportunidade de vencer a timidez que eu tinha, era um desafio”, pontua.

Tânia Oliveira (Foto: Reprodução)

Tânia Oliveira (Foto: Reprodução)

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