Emissoras

Escândalo do frango com papelão faz emissoras lucrarem milhões

Na última sexta-feira, 17, a Polícia Federal deflagrou a operação “Carne Fraca” que investiga manipulações de frigoríficos sobre carnes, frangos e outros derivados. Na operação, grandes marcas acabaram sendo envolvidas ou citadas, ainda que não hajam provas conclusivas sobre a participação delas. Acontece que enquanto umas empresas se viram em escândalos, outras se viram lucrando, como foi o caso das emissoras.

 
A operação citou gigantes do ramo da alimentação e isso incluir o grupo JBS, responsável por marcas como Seara e Friboi, assim como o grupo BRF, responsável por marcas como Sadia e Perdigão. Diante do escândalo, imediatamente essas empresas lançaram comunicados em rede nacional, a fim de tranquilizar o público em relação a seus produtos, garantindo que não houve nenhum tipo de adulteração nos produtos.
O grupo BRF foi o primeiro a entrar com uma nota de esclarecimento no intervalo do “Jornal Nacional”, algo que custou nada mais nada menos que 800 mil reais por cada 30 segundos de exibição, fora os custos de produção da peça.

 

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Essas empresas já contam com suas agências de publicidade, que estão atentas e disponíveis 24 horas por dia para que possam atender a uma demanda urgente, como foi o caso dessa. Grupos citados colocaram notas na Record e no SBT. O objetivo disso tudo é acalmar o público, deixando claro que eles podem continuar confiando nos produtos da marca. Um estrago como esse pode levar marcas a falência.

Globo é a que mais está faturando (Foto: Reprodução)

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