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Em crise, Band retira correspondentes dos Estados Unidos e Europa

A Band começou 2018 com uma nova gestão, essa focada em resgatar o Grupo Bandeirantes  da crise na qual se encontra. O resultado acabou sendo diversas demissões de quase todos os setores, além do enxugamento de gastos. Agora, a emissora está mexendo até mesmo no seu departamento de jornalismo, que acaba de sofrer mais uma baixa no seu time de correspondentes internacionais.

Segundo o colunista Flávio Ricco, a Band solicitou a correspondente Sonia Blota, que por anos esteve representando o canal na Europa,  que voltasse para o Brasil. Por lá ficará apenas Felipe Kieling, que mora em Londres. Antes da volta de Sonia, a emissora já tinha decretado a volta de Murilo Borges, correspondente da emissora nos Estados Unidos. Nos próximos dias ambos já estarão de volta ao Brasil. A ideia é que eles sejam aproveitados no jornalismo nacional.

Vale dizer que em 2015, quando a crise chegou ao auge aqui no país, até mesmo a Globo sentiu os efeitos dela e promoveu uma imediata dança das cadeiras no seu time de correspondentes, trazendo veteranos de volta ao país, e enviando novatos para representá-la. Isso aconteceu por conta dos altos salários que os antigos ganhavam estando lá. Com a desvalorização da moeda brasileira, os custos aumentaram drasticamente para o canal.

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Vale dizer que atualmente a Globo continua sendo a emissora com mais correspondentes em variados cantos do mundo. Na América do Sul, a emissora não possui mais correspondente, por não julgar necessário. No caso da Band, outras medidas ainda deverão ser adotadas nos próximos tempos. É a concentração de força para a resolução de um problema financeiro que, se não for for resolvido, pode levar todos ao fim do poço.

Logo Band (Foto: Reprodução)

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