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Datena faz narração de vôlei parecendo uma perseguição policial

O jornalista José Luiz Datena, conforme informado amplamente, assim como na Copa do Mundo, foi escalado esse ano para participar da transmissão dos jogos olímpicos pela TV Band. No entanto, acostumado com narrações policiais no “Brasil Urgente”, o apresentador acaba levando essa fórmula para o esporte, o que pode acabar causando espanto.

No jogo de ontem, 11, a seleção brasileira de vôlei enfrentava os Estados Unidos, e ao longo da partida, Datena soltava algumas frases do tipo: “Tem que dar porrada”, “Bora, tem que colocar respeito nisso aqui, senão vira baderna”, e aos desavisados, dava até uma impressão de que ele estava ao vivo narrando uma perseguição policial, que quase sempre acaba em tragédia.

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Outra peculiaridade em meio a isso tudo é justamente o excesso de bordões incluídos na narração de Datena. No entanto, isso não é uma crítica, segundo o colunista Sandro Macedo, da Folha de São Paulo, que ainda ressalta que é uma particularidade que varia de emissora para emissora, citando Luís Roberto, na Globo, que as vezes deixa seu lado torcedor falar mais alto que o profissional, assim como destaca o bom humor da ESPN para lidar com as narrações dentre outras, são particularidades que variam de emissora para emissora, de apresentador para apresentador.

Datena narra o vôlei imprimindo ao máximo sua personalidade (Foto: Reprodução/Band)

Datena narra o vôlei imprimindo ao máximo sua personalidade (Foto: Reprodução/Band)

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