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Confira as fotos das primeiras gravações do filme de Edir Macedo na África

No primeiro semestre de 2018, os brasileiros que pretendem conhecer um pouco mais sobre a vida do bispo e proprietário da RecordTV Edir Macedo terão essa oportunidade ao se dirigem até os cinemas. Isso porque, em março do ano que vem estreia o novo filme que conta a história de vida do líder religioso, que, por sua vez, será dividido em duas partes.

Diante disso, as gravações do longa “Nada a Perder” já se encontram em andamento, sendo que neste último final de semana aproximadamente 30 mil figurantes estiveram reunidos em Soweto, na África do Sul, com a finalidade de iniciar os preparativos para a realização dos trabalhos. As informações são do colunista Ricardo Feltrin, do “UOL”. Confira as fotos no final da matéria!

Filme sobre Edir Macedo deve ser exibido em 50 países

Demorou bastante até que finalmente alguém decidisse tocar o projeto do filme sobre a trajetória do bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal e dono do Grupo Record. Agora que as gravações estão acontecendo a todo vapor, uma outra equipe já trabalha em um aspecto muito grandioso, que é justamente na questão da venda desse filme para outros mercados.

Segundo informações do colunista Flávio Ricco, já existem negociações acontecendo em pelo menos 50 países, algo que poderá colocar o longa como um dos filmes brasileiros mais bem assistidos em todo o mundo. De qualquer forma, aqui no Brasil, a atração deve estrear no segundo semestre do ano que vem, pois seu processo de gravação deve se estender ao longo dos próximos meses.

Negociação com a Netflix

Não será somente nos cinemas que o público poderá acompanhar o filme “Nada a Perder”, que conta a história de vida do líder da Igreja Universal e dono da RecordTV, Edir Macedo. De acordo com informações do jornalista Flávio Ricco, a emissora da Barra Funda já finalizou um acordo com o Netflix, que comprou os direitos de veiculação do longa, cujo lançamento ocorrerá em 2018.

Segundo o colunista, o principal responsável por esse feito foi o vice-presidente de jornalismo do canal, Douglas Tavolaro, durante uma viagem que fez a Los Angeles (EUA). No entanto, a quantia paga pela empresa americana acabou não sendo revelada, porém, o que se sabe até o momento é que “é o maior valor já pago pelo Netflix por um filme de língua não inglesa”.

Ainda de acordo com a coluna de Ricco, a veiculação da obra cinematográfica se dará de maneira inédita, pois, assim que tiver passado sua estreia nos cinemas brasileiros e estrangeiros no período de três meses, “o filme irá direto para a plataforma do Netflix, com licença de cinco anos, sem passar pelo serviço on demand pago”.

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