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Barack Obama chora ao anunciar plano de restrição de armas de fogo

Em seu último ano de mandato como presidente dos Estados Unidos, Barack Obama anunciou um plano nesta terça-feira (5), para reduzir, ou pelo menos tentar tal feito, o número de tragédias com armas de fogo na nação. Tais medidas mudarão pouquíssima coisa, no entanto já é o limite do que Obama conseguiria fazer, tendo em vista que o mandatário não tem o apoio do Congresso, que atualmente é dominado pelo Partido Republicano, historicamente contrário ao controle do acesso a armamentos no país.

Tal niciativa tem a meta de colocar empecilhos na comercialização de armamentos para cidadãos estadunidenses, que tenham algum antecedente criminal ou doença mental, e tal medida não se trata de uma nova lei, mas sim da “clarificação” de uma já existente sobre os chamados “backgrounds checks”, os controles de antecedentes dos interessados em adquirir armas de fogo.

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“Um estudo recente descobriu que uma em cada 30 pessoas que querem comprar armas em um website possui histórico criminal. Hoje não estamos aqui para reagir a um massacre causado por armas, mas para fazer alguma coisa para evitar o próximo”, disse o líder, que chorou ao lembrar de tragédias já ocorridas no país, que culminaram tal medida.

(Foto: Divulgação)

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