Celebridades

Aracy Balabanian faz análise sobre papel icônico de sua carreira

Nome conhecido nacionalmente e ainda em atividade há cinco décadas, Aracy Balabanian participou do quadro “Meu Vídeo é um Show”, promovido pelo “Vídeo Show”, nesta terça-feira (3), e assistiu toda sua trajetória artística. Ela, inclusive, fez lembrança a Dona Armênia, um dos grandes destaque de sua carreira.

A excêntrica, para ela, a mais marcante dentre todos os seus trabalhos, provocou a irritação da comunidade armênia no Brasil nas novelas “Rainha da Sucata” (1990) e “Deus nos Acuda” (1993), ambas assinadas por Silvio de Abreu – hoje, à frente do fórum de teledramaturgia da Globo.

“Os armênios eram contra. [Para eles] era um deboche, diziam que não falavam daquele jeito”, recorda. “E se fosse atualmente, em tempos de internet?”, questionou Otaviano Costa. “Eu ia ser crucificada”, disparou a veterana, de 77 anos.

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“Fui sempre considerada a trágica brasileira. Até que o Silvio de Abreu começou a me chamar para papéis de comédia”, afirma ela, que confessou ter demorado a interpretar personagens engraçados, mesmo tendo encarnado a Cassandra do humorístico “Sai de Baixo” (1996-2002), atualmente em cartaz na “Sessão Comédia”, aos sábados.

Aracy destacou um outro trabalho que lhe marcou bastante. “Meu maior orgulho e felicidade foi ter feito ‘Vila Sésamo’ (1972). As crianças aprendiam a ler, muita gente dizia ‘meu filho não falava e começou a dizer ‘um, dois, três, quatro, cinco…’. Já me chamaram de ‘a minha Xuxa'”, conta.

Aracy Balabanian (Foto: Reprodução/Globo)

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