Celebridades

Após ser chamada de “cretina” Regina Casé rebate mãe de dançarino morto

Em uma entrevista ao jornal “O Estado de São Paulo” Regina Casé falou de sua vida, carreira e polêmicas. A apresentadora rebateu as críticas de que seu programa seja popular de mais, segundo ela o que mais complica é que a atração passa no pior dia e horário na TV.

Regina Casé ainda se defendeu dizendo que traz cultura à televisão, já que traz artistas esquecidos da periferia e das favelas: “Eu consigo juntar no mesmo programa presidentes da república e cantores de funk, é muito bom poder reunir pessoas tão diferentes no Esquenta. Acho que essa é a missão do programa, misturar as diferentes características dentro da mesma sociedade” revelou ela em entrevista.

O ponto alto da entrevista foi a abordagem da morte do DG O jornal ‘O Estado de São Paulo’ perguntou sobre o que Regina Casé achava sobre as críticas recebidas pela mãe do rapaz: “Não a culpo, a gente não se recuperou ainda, ninguém da equipe. Só consigo ter vontade de perdoá-la, as vezes em momentos difíceis a gente liberta o que de mais ruim tem na gente. Ela sofreu muito, teve muita dor e isso foi exacerbado ainda mais por conta da violência do crime que vitimou o DG”, desabafou Regina Casé, que revelou ainda rezar bastante e pedir mais tolerância no mundo. A morena também garantiu que não é pressionada pela emissora em que trabalha. Casé disputa em um momento muito acirrado na TV, brigando ponto a ponto com SBT e Record. “O Esquenta é gravado com muita antecedência, é um programa elaborado. Acredito que se ele fosse ao vivo realmente a gente teria um pouco mais de pressão”, Revelou Regina Casé.

Regina explica sobre a morte de DG.
Regina explica sobre a morte de DG.