No livro, Amaury conta ainda que sofreu sete gonorréias – uma doença sexualmente transmissível –, segundo o jornal “Agora S. Paulo”. Ele, no entanto, se tratou da doença.

Amaury Jr. começou cedo a carreira no jornalismo. Aos 13 anos, viu um anúncio no jornal “Diário da Tarde”, de Rio Preto, que buscava estudantes que gostavam de escrever. A ideia era ter uma coluna que comentava duas vezes por semana assuntos relacionados aos eventos que ocorreram do Instituto de Educação Monsenhor Gonçalvez. Foi aí que tudo começou.

A bebida alcoólica faz parte da vida de . há anos e até hoje ele não dispensa um bom champanhe. “Enquanto houver champanhe, há esperança”, brinca o veterano.