Tatá Werneck chora ao ganhar presente da Xuxa

Tatá Werneck ficou com os olhos marejados no “TV Xuxa” que foi ao ar neste sábado (25). A atriz se emocionou ao ganhar um biscuit de sua personagem, Valdirene, de “Amor à Vida”, e de outros que contracenam com ela, como seu amado na trama, o Palhaço e sua filhinha Maryjeine.

“Ai gente que lindo! Não estou acreditando. Gente eu vou chorar, estou me controlando, mas não está dando”, disse Tatá, que então falou de Xuxa e a chamou de “madrinha”. “Nossa amei muito, e Xuxa você não existe. Agora eu vou desabar aqui. Eu me lembro de todas as fases da sua vida porque elas fizeram parte da minha vida também. Você faz parte da nossa história e a minha pessoalmente tem muito a ver com a sua, porque você foi praticamente minha madrinha”.

A atriz, cujo verdadeiro nome é Talita, lembrou que ganhou o apelido de Tatá após participar do “Xuxa Park”, em 1994. “Você foi umas das primeiras pessoas a me chamar de Tatá e ficou Tatá. Eu falei: ‘Mãe, a Xuxa me chamou de Tatá então não me venha tirar esse apelido’. Eu tinha muitos apelidos que eu não gostava ‘Palita’, ‘Seu Madruga’, porque eu tinha um buço infantil e usava chapéu”.

Namorando há sete anos o engenheiro Felipe Gutnik, Tatá disse que sonha em se casar em breve. “Eu quero muito casar. Desde que eu o conheci, em um assalto, eu só penso em casar, eu já pedi várias vezes e ele disse não. Eu sou moderna Xu, mas peço de brincadeira porque aí se ele negar eu posso falar: ‘Eu estava brincando’. Mas agora eu acho que vai… Eu tinha até esperança que ele fosse uma surpresa, que ele viesse das águas”, brincou.

Questionada, a artista disse que não se considera engraçada, mas criativa. “Eu nunca me considero, eu sou muito tímida, me considero uma pessoa criativa. Eu não tenho pudores, para fazer alguém rir eu sou capaz de fazer qualquer coisa”, afirmou, acrescentando que é muito crítica quando se vê em cena: “Eu sou supercrítica, eu vejo uma cena e falo ‘meu Deus’, mas sempre foi assim. Eu sou uma plateia ótima”.

Ela se definiu como uma pessoa sonhadora e de fé. “Fora da casinha, brincadeira, sou sonhadora, com fé. Eu acho que vejo a vida de uma maneira que as pessoas não veem”, afirmou.

Tatá ainda contou que tenta controlar seu jeito hiperativo às vezes: “Minha mãe sempre disse: ‘Mulheres extrovertidas tendem a ser mal interpretadas’. Porque as mulheres normalmente são meigas, dóceis, tem um cachorro pequeno e andam devagar. E eu sempre fui espevitada, subia em cima da mesa, eu sou leonina com ascendente em ‘jesus o que aconteceu?’.  Então eu sempre me controlo porque eu acho que as pessoas não vão interpretar bem, eu tenho que fazer a linha meiga, jogar o cabelo para o lado e fazer uma escova porque o meu normal não é”.