Maioria dos jovens no Brasil se diz feliz com sua vida

Felicidade, interpretada e sentida das mais diversas formas, é permanentemente procurada e almejada pelas pessoas. Entretanto, todos conseguem manter-se nesse estado de contentamento o tempo inteiro? O Nube quis saber a opinião dos jovens e fez a seguinte pergunta: “Você é feliz com sua vida?”. O resultado surpreendeu positivamente.
A pesquisa ficou no ar de 9 a 20 de junho e contou com a participação de 8.065 internautas, de 15 a 26 anos. Dentre as cinco opções de resposta, um total de 81,27% se disse realizado e alegre. Assim, a alternativa eleita pela grande maioria, ou seja, por 50,42%, foi “Claro, o primeiro passo é ter pensamento positivo”. Seguida de “Sim, pois tenho uma família especial”, com 17,74% dos votos e “Sim, amo e sou amado”, com 13,11%.
“Esse tipo de visão é muito boa! Ter uma percepção positiva sobre si, as relações desempenhadas com os outros e com os demais aspectos da vida traz maior satisfação e equilíbrio psíquico ao indivíduo”, comenta Yolanda Brandão, coordenadora de treinamento externo do Nube.
De acordo com um estudo realizado no Butão, em parceria com a ONU, o Brasil é o 24º país mais feliz do mundo, entre 156 pesquisados. “Ou seja, mesmo com todos os desafios diários, temos sim relativa alegria e bem-estar”, ressalta a especialista.
Na outra ponta, 16,42% responderam: “Na verdade, sou parcialmente feliz” e outros 2,32% afirmaram: “Não, nunca fui e nem vou ser”. Para Yolanda, a vida nos proporciona alguns momentos difíceis, como perda de entes queridos ou problemas de diversas ordens. Portanto, é normal passarmos por períodos de tristeza. Contudo, ser completamente pessimista, pode acarretar prejuízos tanto na esfera pessoal, quanto profissional.
“Sem dúvida, pessoas infelizes têm menos energia. Logo, na maioria das vezes, na primeira dificuldade ou rejeição em um emprego, elas desistem e não trabalham com garra para driblar os obstáculos”, explica.
Por isso, a dica é ter inteligência emocional e alta resiliência para lidar com os momentos duros e as emoções negativas provocadas por eles. “Assim, esse estado de desanimo será apenas temporário e encontraremos possibilidades de termos uma vida satisfatória, logo, feliz”, conclui a coordenadora.