Joaquim Levy coleciona críticas em apenas sete meses como Ministro da Fazenda

Joaquim Levy desde que assumiu o cargo de Ministro da Fazenda indicado pela própria presidente Dilma Rousseff vem colecionando críticas e também elogios pela sua administração diante de um país que se encontra quebrado diante de tanta derrota e roubos, para isso foi necessário que Jaquim Levy aumentasse os juros do país e cortasse investimentos em programas que ajudam a população brasileira como Edução, Saúde, e até mesmo programas que beneficiam portadores de alguma necessidade e baixa renda.

Confira agora o que Joaquim Levy conseguiu fazer em apenas sete meses à frente do Ministério da Fazenda:

1) Corte de R$ 69,9 bilhões no orçamento

Até agora, trata-se da medida de maior impacto anunciado pela equipe econômica. Levy defendia um contingenciamento de verbas maior – entre R$ 70 bilhões e R$ 80 bilhões.

2) Fim da ajuda ao setor elétrico

Levy também convenceu o governo a acabar com a ajuda ao setor elétrico. Com a estiagem e a queda dos reservatórios, as distribuidoras compram, cada vez mais, energia termelétrica para revender aos consumidores.

3) Aumento do IPI para automóveis zero-quilômetro

Desde 1º de janeiro, o governo voltou a cobrar a “alíquota cheia” do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de veículos zero-quilômetro. A redução do IPI foi adotada em 2012, a fim de manter as vendas do setor, em um momento em que o País já sentia os efeitos da crise mundial. Os carros populares, por exemplo, pagavam 3% de IPI. Com a reversão do benefício, o imposto subiu para 7%.

4) Aumento de impostos sobre os combustíveis

Em 19 de janeiro, 14 dias após tomar posse no Ministério da Fazenda, Levy anunciou a primeira leva de medidas para reequilibrar as contas do governo

5) Veto à correção de 6,5% da tabela do Imposto de Renda

Levy também venceu a batalha da correção da tabela do Imposto de Renda. O Congresso havia aprovado um reajuste de 6,5% para todas as faixas de contribuição. A medida significaria uma renúncia fiscal de cerca de R$ 7 bilhões neste ano.

6) Redução do subsídio às linhas de crédito do BNDES

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) também sentiu o aperto promovido por Levy.

7) Aumento do IOF sobre o crédito para pessoas físicas

Na mesma ocasião, Levy informou que a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) dobraria, passando de 1,5% para 3%, nas operações para pessoas físicas.

8) Elevação do PIS/Cofins sobre produtos importados

Outros R$ 700 milhões são esperados pela alta da alíquota do PIS/Cofins sobre produtos importados, indo de 9,25% para 11,175%.

9) Equiparação de IPI para atacadistas de cosméticos

No mesmo pacote de 19 de janeiro, a Fazenda anunciou que atacadistas de cosméticos passariam a ser equiparados a fabricantes, com o objetivo de aumentar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de quem revende esses produtos.

10) Menos incentivos à exportação

Em fevereiro, Levy anunciou a redução de incentivos aos exportadores de produtos manufaturados. O governo possui um programa, o Reintegra, que “devolve” parte do imposto pago pelas empresas, na forma de créditos de PIS e Cofins.

(Foto:Reprodução)

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