“Império”: Confira detalhes da morte do comendador

As próximas cenas de “Império” podem trazer novidades que abalarão definitivamente o rumo de todos os personagens da novela. Em entrevista ao colunista Ancelmo Gois, do jornal “O Globo”, Aguinaldo Silva revelou que José Alfredo (Alexandre Nero) morrerá, no capítulo 100, e será enterrado no cemitério São João Batista, em Botafogo, com direito a todas as pompas fúnebres. Dias depois, outra surpresa vai chocar os filhos e herdeiros do comendador: ele ressuscita. “Só não me pergunte como isso será possível. É segredo”, despistou o autor.

A única que saberá de toda a verdade será Cristina (Leandra Leal), a filha bastarda de Zé Alfredo, e o curandeiro Josué (Roberto Birindelli), que fará o patrão voltar à vida e sair da tumba onde será enterrado.

Em seu blog, o autor da trama, Aguinaldo Silva, “entrevistou” os principais suspeitos da falsa morte para ajudar os telespectadores a entenderem o plano de Zé Alfredo. Por conta da desgraça, Maria Isis (Marina Ruy Barbosa) e Maria Marta (Lilia Cabral) irão se unir: elas arrumarão juntas o corpo do amor de suas vidas.

Morte do Comendador:

Cora:
“Estava na casa de Téo Pereira (Paulo Betti), no meio de uma entrevista, quando depois de receber um telefonema de um informante, ele anunciou a morte do homem por quem sempre fui apaixonada, surtei. Queria dar a notícia a Isis só pelo prazer de vê-la gritar de dor e cair desmaiada. Foi exatamente o que aconteceu: ela ouviu o que eu tinha a dizer e caiu dura”.

Maris Isis:
“Depois de Cora ter contado tudo, decidi que precisava vê-lo pela última vez, nem que pra isso tivesse que invadir sua casa e passar por cima dos seus filhos e de sua mulher. Lá tive uma grande surpresa ao ser recebida, no quarto onde ele jazia morto, pela própria dona Marta, que pela primeira vez me tratou bem e — quase posso dizer isso — me tratou como se fosse íntima sua. E sua amiga”.

Maria Marta:
“Estava no meu quarto com Maurílio (Carmo Dalla Vecchia), mais precisamente na cama, já que o próprio Zé me pedira que eu o atraísse até lá, quando meu marido entrou aos gritos e me acusou de ter me aliado a Maurílio. Até que ele começou a passar mal, perdeu a voz, foi ficando cada vez mais pálido e ali, na nossa frente, ainda pôde me dizer: ‘Marta, estou indo embora!’. E caiu morto”.

Cristina:
“Quando a notícia me chegou, estava na Império, às voltas com a brigada de fiscais que começavam a devassar as finanças da empresa. Mesmo sabendo que a morte dele, embora verdadeira, era provisória, e que logo ele ressuscitaria e retornaria ao mundo dos vivos, me emocionei e chorei muito, pois sabia que meu pai, sim, meu pai, ficaria sumido durante muito tempo”.

Maurílio:
“A morte de José Alfredo Medeiros não estava nos meus planos, embora este crime já estivesse prescrito. Finalmente pude dizer a Marta que não era apenas um biólogo, era também um homem rico e podia emprestar à família o dinheiro de que eles precisavam desde que me dessem como garantia de pagamento a própria Império e ela casasse comigo”.

Josué:
“Não tive tempo de chorar a morte daquele de quem fui o fiel escudeiro durante trinta anos, pois minha função nessa história toda era trazê-lo de volta à vida e eu tinha pouco tempo para fazer isso. A discrição é minha maior virtude, e não tenho que prestar contas de meus atos a mais ninguém além do meu patrão, que foi também meu grande e maior amigo”.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação