“Geração do Brasil” está sendo comparado com erros de “Em Familia”

Péssimos números mas garantindo a liderança para a rede carioca.

 

 

 

 

 

“Geração do Brasil” ainda não emplacou. A média de audiência nas últimas três semanas aumentou apenas um ponto ficando na casa dos 23 pontos. Índice considerado insatisfatório. Veja:

Com a “retomada” da história, ficou claro que a produção das 19h repete dois erros que levaram “Em Família” ao fracasso.
O principal deles para já ter sido identificado e caminha para ser corrigido já nos próximos capítulos. Até aqui, o projeto não apresentou um vilão capaz de infernizar a vida dos mocinhos.

Gláucia Beatriz (Renata Sorrah) vem se mostrando apenas uma chantagista de quinta sem talento nem para arrancar dinheiro do filho milionário e com um passado sombrio.

Outro problema grave é a falta de carisma do protagonista de “Geração Brasil”. Jonas Marra é frio, sisudo e racional demais. O mistério em torno de seu passado e as conversas misteriosas com seu guru insinuam que o empresário não gosta nem de Pâmela (Claudia Abreu), nem de Verônica (Taís Araújo). Dificultando a aproximação dos telespectadores com o personagem principal da história.

Por fim, as tramas paralelas parece andarem em círculos tal qual acontecia em “Amor à Vida”.  A impressão que se tem é que os autores criaram uma novela para ser apresentada até a Copa e agora sofrem para dar continuidade a uma trama que já apresentou seu último capítulo.

Os problemas da família Avelar, os reality shows da Parker TV, as maluquices dos Benson, a rixa entre os Marra da Taquara e o chatíssimo triângulo amoroso envolvendo entre Manu (Chandelly Braz), Davi e Megan (Isabelle Drummond) não evoluem, os que faz tornarem cansativos.