Confira os destaques do “Como Será?” deste sábado (16/05/2016)

No dia 17 de maio é comemorado o Dia Internacional contra a Homofobia. A data foi escolhida porque foi neste dia, em 1990, que a homossexualidade deixou de ser classificada como doença pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Lembrando a importância da data, o Como Será?deste sábado, dia 16, recebe no estúdio a psicóloga e educadora Camila Macedo para discutir o tema sexualidade na adolescência. Ao lado de Sandra Annenberg, ela vai responder perguntas sobre o tema e comentar duas reportagens que mostram o cotidiano de três jovens homossexuais.

Sandra também recebe o repórter Rogério Coutinho para falar da estreia da série de reportagens ‘Projeto Rondon’. Ele acompanha um grupo de estudantes universitários que participam do Projeto Rondon, na Paraíba. O projeto que dá nome à série é um programa de integração social criado em 2005, que envolve a participação voluntária de estudantes universitários na busca de soluções que contribuam para o desenvolvimento sustentável de comunidades carentes e ampliem o bem estar da população. A primeira reportagem introduz o projeto e apresenta atividades relacionadas á educação, saúde e meio ambiente.

Ainda no estúdio, Sandra conversa com o jornalista Leonardo Sakamoto, criador e coordenador do site Repórter Brasil, que denuncia abusos contra os direitos humanos. Ele vai contar, ainda, como funciona o projeto ‘Escravo, nem pensar’, através do qual a ONG usa informação e conhecimento para combater o trabalho escravo no Brasil.

Da Paraíba para o Acre. Max Fercondini e Amanda Richter continuam sobrevoando o Brasil no quadro Sobre as Asas. Neste sábado, eles desembarcam na tribo Huni Kuin, que vive às margens do Rio Jordão, no Acre. O casal aventureiro passou dias na floresta amazônica e mostra como os índios catalogam as ervas medicinais e tratamentos, perpetuando, assim, sua cultura terapêutica entre as gerações.

No Hoje é dia de…, o público confere as diferentes expressões da arte de rua. Alexandre Henderson leva o público a um passeio pelos grafites da Barra Funda (SP), e por um projeto de arte social, em que uma vizinhança se mobiliza para revitalizar a praça da comunidade. Ele apresenta também um grupo de mulheres que usa tricô e crochê em intervenções artísticas e um grupo que usa uma Kombi para levar shows de jazz gratuitos a lugares públicos.

E mais: neste sábado, o Aluno Nota 11 é o Felipe, um menino com paralisia cerebral que não conseguia participar dos esportes junto com os amigos da escola. Até que os colegas de turma criaram o ‘FelipeBol’, esporte criado especialmente para integrar o Felipe nos esportes coletivos. OSonho Meu ajuda a Elisângela a colocar em prática o sonho de se dedicar a crianças com deficiência auditiva. No Nós.doc – Boa Ideia, a história da estudante que distribui livros e incentiva a escrita entre moradores de rua do centro histórico de Salvador.

(Foto: Reprodução/TV Globo)

(Foto: Reprodução/TV Globo)