Com prefácio de Augusto Cury, “Deus não está morto” chega ao Brasil

Obra escrita por Rice Broocks traz provas da existência e da ação de Deus num mundo de descrentes
“Eu já me atormentei demais tentando provar para mim mesmo que Deus não existia. Tentei de todas as formas desconstruir Deus da minha psique. Entretanto, depois de milhares de análises compreendi que o “nada existencial” é eternamente estéril. A existência só pode ser construída a partir da própria existência. Deus, portanto, deixou de ser uma pequena hipótese”, Augusto Cury.
É com essas e outras palavras que o escritor best seller brasileiro prefacia um livro polêmico que acaba de chegar ao Brasil: “Deus não está morto – Provas da existência e da ação de Deus num mundo de descrentes”. Com ele o autor Rice Broocks procura trazer constatações sobre os manifestos do Senhor no dia a dia das pessoas.
Para desenvolver suas argumentações, Broocks se utiliza de importantes estudiosos ateístas internacionais, entre eles Richard Dawkins e Christopher Hitchens, desconstruindo seus argumentos céticos. “Em seu livro Deus, um delírio, Richard Dawkins afirma que Deus deve ser uma ilusão, porque Deus não poderia existir. Dawkins, que talvez seja o mais famoso ateu do mundo, faz a afirmação de que, embora o universo pareça ter sido projetado, não o poderia ser porque, ainda que o fosse, restaria a pergunta ‘Quem projetou o projetista?’. Esse é um exemplo da posição irracional e inflexível da mente ateísta”, diz ele.
Simples para quem se dispõe a crer e complexo para as mentes puramente científicas, o conceito de um Criador e Sustentador de todo o universo já suscitou as mais diversas reações ao longo da História. Se a morte de Deus um dia foi decretada pela intelectualidade, a experiência de milhões atesta e reafirma a vitalidade do cristianismo diariamente. Diante disso, dá para imaginar um acordo entre ciência e fé quanto a esse tema? Rice Broocks garante que sim.
Neste livro, trata de uma fé intelectualmente satisfatória e, ao mesmo tempo, espiritualmente realizadora. São 10 capítulos e notas complementares nos quais ele fala sobre o sentido e propósito da vida, o testemunho das escrituras, a ressurreição de cristo e apresenta provas vivas da existência divina, citando dados, pesquisas e referência contundentes de nações do mundo inteiro.